Bastidores da revista Todos os dias a redação da Criativa fervilha com polêmicas e novidades em moda, beleza, cultura e comportamento. O lançamento de um curvex térmico para os cílios, uma peça de roupa que algumas adoram e outras odeiam (o que dizer do revival da polaina?), o tropeço de uma celebridade, um vídeo engraçado do YouTube… Tudo isso vira motivo para tagarelices e discussões empolgadas que muitas vezes terminam nas páginas da revista. A partir de agora, vamos além e compartilharemos com você, leitora, as notícias, as curiosidades, os bastidores das reportagens e o dia-a-dia na Criativa. E queremos sua participação. Para começar: você já comeu giz? Este foi o tema de uma conversa em que, motivadas pelo livro "Os Devoradores de Giz", do espanhol Oscar Aibar, listamos manias alimentares esquisitas, como comer cabelo, borracha, palito de sorvete ou papel. Aqui na redação descobrimos pelo menos um mastigador de caneta BIC, além de ouvir falar da irmã de uma que engolia fósforo (só a cabeça, claro) e a mãe de outra que comia terra… O papo rendeu tanto que, de repente, pode ser tema para a revista. Você gostaria de saber mais sobre isso?
Teatro em SP A dica da vez para um programa de fim-de-semana em São Paulo (minha e do super-namorado, companheiro de programas-mico e programas-incríveis) é a peça Aldeotas, em cartaz no Tucarena - um dos teatros da PUC, que transpira histórias políticas. Fomos lá em uma noite fria. Na fila de entrada (não há lugares marcados), gente de todo o tipo: senhorinhas, casais de meia idade, jovens moderninhos e até o badalado estilista Fause Haten. Na arena, um tablado no centro, um tapete, papéis sulfite, dois atores de calça e camiseta e nada mais. Não há cenário, nem troca de figurinos, nem trilha sonora - só um tímido jogo de luzes. Os atores, Caco Ciocler (lindo, despido de sua aura de galã) e Gero Camilo (aquele que é par romântico do Rodrigo Santoro em Carandiru), interpretam dois amigos relembrando sua infância e adolescência em uma cidadezinha. E eles olham fundo em nossos olhos... O texto, escrito pelo próprio Gero Camilo, é lúdico e cheio de poesia. Para mim foram duas horas de respiro; novos e bons ares soprando nessa rotina maluca.
Blog é literatura? Você sabe o que são blookers? Pois já existe até um prêmio para eles, os livros que vêm de blogs - a palavra blooker é uma mistura, em inglês, de "blog" e "book" (livro). O prêmio, o Lulu Booker Prize é organizado por uma editora que publica livros sob encomenda, a Lulu. O vencedor deste ano, anunciado no dia 14 do mês passado, foi o norte-americano Colby Buzzel, um soldado em missão no Iraque que contava o dia a dia da guerra no blog My War.
Chama a atenção o premiado da categoria Comics, Brian Fies, que decidiu fazer uma história em quadrinhos contando toda a luta da mãe contra o câncer no pulmão. As tirinhas não estão mais no ar desde que viraram livro, mas é possível ler bastante sobre elas no blog do autor e no da própria personagem, sua mãe.
Já faz algum tempo que se discute se a literatura vinda dos blogs pode ser chamada mesmo de literatura. Em geral mais confessionais, os autores que fizeram sucesso a partir de seus blogs geram desconfiança dos críticos. Na edição de março da Criativa, conversamos sobre a "literatura de blog" com Tatiane Bernardi, ela mesma uma blogueira-escritora, que disse: "Não gosto de 'diários da minha vida', acho superficial e adolescente, bobo. Acho bom escritores terem site com seus textos, e-mail, contato com o leitor'". E, você, o que pensa sobre o assunto?
P.S.: aliás, ler tirinhas online é outra boa mania que está se espalhando... mas isso fica para outro post. ;)
Olha que linda a Melissa Glam que acaba de chegar na redação! O modelo foi especialmente personalizado com cristais para a gente, no melhor estilo Create Yourself (Crie você mesmo), que é o tema da coleção de inverno da marca. Pena que essa não vai chegar às lojas. Dia 15 de Junho acontece o lançamento da coleção de verão com o tema Contos de Melissa. Prometo que mostro em primeira mão essas novidades quentinhas.
Sebo sem poeira Quem gosta muito de livros e vive em busca de bons exemplares usados tem que freqüentar o site Estante Virtual . É uma reunião de sebos (online e offline) que permite fazer a pesquisa e consultar preços no Brasil inteiro. Dá para encontrar até edições recentes por um preço camarada. Além disso, foi o único lugar em que consegui encontrar todos os títulos que faltavam na minha coleção de Harold Robbins. Vale a pena conferir.
Da esquerda para a direita, os All Star do Jorge, da Nicole, o meu e o da Carol
Aqui na redação, as meninas (e meninos) fashionistas ou não vivem desfilando seus tênis All Star. A Fabi e a Rosana, da moda, têm o modelo dourado. Não é pra qualquer um - elas sabem combinar uma roupa clean com o acessório chamativo. Já a Nicole, da beleza, tem um modelo verde militar, que usa quando quer descansar os pés de suas sapatilhas fofas. A Rita, nossa diretora, tem um de cano alto e couro branco que sempre deixa bacana suas produções modernas, que misturam peças cool e peças clássicas (sim, ela fica linda de blazerzinho e tênis). Também ligada em moda, a Carol tem uma coleção: básico, colorido, de cano alto, baixo, surrado, novo. O designer Jorge usa a marca até antes de virar febre entre descolados. A Roberta, diretora de arte, não fica atrás: arrasa com seu modelo metalizado com cadarço laranja. Eu, a rainha do salto alto, quis entrar na onda e adquiri o meu: de couro branco, cano baixo, bem basiquinho (a última vez que tinha colocado o pé em um All Star foi aos 9 anos, e ele era rosa com desenho do Piu-piu). Com tanta referência aqui do meu lado acho que não dá para errar na minha produção com o dito-cujo, né?! Tomara!
PS. Na hora da foto dos tênis descobrimos a repórter mais autêntica da equipe: contrariando epidemias, a Maíra usa uma Conguinha legítima, fofa e superconfortável. Já lançou moda!
Para ver Johnny Depp Fui assistir a Piratas do Caribe 3. Nunca me interessei por essas trilogias malucas, apesar de adorar o gostinho de "quero mais" que filmes com seqüência deixam no ar, mas resolvi arriscar. Além de ter gostado da história, me surpreendi com a atuação do Johnny Deep como o pirata hilário e charmoso Jack Sparrow. Já achava que ele era incrível. Depois desse filme, acho o máximo. Ele rouba a cena e faz toda a diferença. Vale a pena ver. Se não for pelo filme, que seja por Jack Sparrow.